domingo, 12 de setembro de 2010

Sinner



A vida é tão medíocre quando não se sente de segundo a segundo, que podemos nos congelar com a monotonia.
Um tropeço, um salto, uma bala, um desvio, um amigo, um choque, um susto, um click, um sussurro é capaz de parar o que chamamos de vida, e quando não se aproveita o segundos que disse tudo parece tão inútil, desprovido de prazer.
Algums poderiam até recomeçar, outros preferem desligar todos os aparelhos por não aguentar.

Que sou um errante, eterno e incorrigivel errante. Daqueles que se apaixona todos os dias por música, pessoas, por coisas que nem existem, um mistura suave de aromas dos mais delicados e venenos mais sutis, eu provo.

E se eu tentar criar os meus próprios aromas e venenos talvez eu consiga chegar no gosto perfeito do meus segundos diarios, se eu puder tentar ao menos sentir a essência do que é morrer e viver a cada segundo com minha vontade incalta de ser um eterno apaixonado pelo prazer de ter prazer, do mediucre se tornaria fascinantemente belo. E todas as dores do meu mundo se sessaria, e as portas que sempre vi fechadas, se manteria entre-abertas, só bastaria empurrar...e entrar.

1 comentários:

Camiiila disse...

Portas entre-abertas e outras tantas coisas assim que não dizemos entre latinhas amassadas e links quebrados daqui a pouco desanoitece e será só mais um dia assim ja fumado dentre tantos outros acesos com fósforos daquele hotel que um dia nós nunca estivemos