
Com todos os sumos e sem gelo. É, enquanto tento me livrar dessa atravessia elouquente que é a insaciável procurar do que é se equilibrar em uma sacada, ando tentando entender toda esse ar retrô anos 80 com cara de filme do Tarantino.
Tirando o começo desnexado, e uma audácia tamanha de querer criar jargões. De doce, e gelado não há nada por enquanto no que espero nessas trilhas que mudam de amplitude com esse tempo arredio e implacável. Tudo soa como um chamariz pra uma vergonha entrelaçada do subconsciente Freudiano simplista que simplesmente eu estou. Não posso resumi tudo o que nem existe, mas posso abstrair a realidade, a minha realidade e espalhar aos ventos e desejar que minhas escolhas sejam as melhores.
Tentar entender? Não, acho melhor não. Deixe como estar. O ar da graça em tomar o susto é ser surpreendido, se ele é bom ou mal, ai é outra história.
H.P.D
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Imagem: http://icanread.tumblr.com/page/2
1 comentários:
A Musa Desesperadora...rsrsrs A única diferença entre a Vida e o filme do Tarantino é que o filme tem algum sentido, aparente. Freud está morto e depois que o Nietzsche chorou tudo soa como um filme chato que assistimos sem comer pipocas mais ainda hoje sempre teremos uma xicara de café no meio da noite e o sumo suco sumarento dessas tantas palavras: sem gelo atravessadas no meio da cama.
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